Faleceu em São Paulo o acadêmico Fernando Sousa

Fernando Sousa

Fernando Sousa

Faleceu  em São Paulo,  na segunda feira, dia 10, o obidense  Fernando Souza, seu corpo foi trazido para Belém do Pará, onde foi velado e sepultado, neste quarta feira (12). Muitos obidenses foram prestar-lhes as últimas homenagens. 

ERNANDO SOUSA nasceu em 14.05.1941, em Óbidos-Pará.  Filho de Manoel Batista de Sousa e Maria de Lourdes Santos de Sousa. Pertencente à árvore genealógica de Herculano Marcos Inglês de Souza (obidense nato) e Oswald de Souza Andrade (filho de obidense). Casado com Maria Ivanilde Valente de Sousa e pai de Fernando Filho, Fabrício Luiz, Fabíola Ivana, Frederico Olívar e Fernanda Manoela. Foi Funcionário por muitos anos do Banco do Brasil SA, tendo exercido gerenciamento em Alenquer, Óbidos, Castanhal, Belém e missão especial em Breves, no Estado do Pará. Fernando era poeta e escrevia artigos e crônicas para vários jornais e sites como: Jornal “Novo Horizonte”, em Castanhal e coluna “Administração e Administradores”, no Jornal “A Província do Pará”, Site Chupaosso e Folha de Óbidos. Era membro do Rotary Club Internacional, Sócio Especial do Fluminense Football Club, da AFABB (Associação dos Funcionários Aposentados do Banco do Brasil), pertence à Academia Paraense de Estudos Rotários – APER e à Academia Artística e Literária de Óbidos – AALO.

A seguir estamos publicando uma Poesia de Fernando Sousa publicada no Site Chupaosso, no qual você poderá conhecer as Poesias de Fernando, CLICANDO AQUI.

 

CORAÇÃO VALENTE

Surpreendes-me realmente

Com teus pedidos de socorro,

Ainda que oportunos e logo corro

Consciente do teu chamado urgente.

Foi assim neste princípio de ano,

Quando em meus pagos fui sacudido,

Mas de malas prontas com o recurso fido,

Teu apelo atendi e busquei o medicinal plano.

Possuo meu mor tesouro no peito,

Frágil como uma taça de puro cristal,

Valioso, pois conhecido íntimo medical,

Experimentado, logo sinaliza algum defeito.

Eu te agradeço meu vital parceiro,

Pois já conheço teus sinais de alerta,

Principal peça que aciona a descoberta

De anomalia e a intenção do órgão arteiro.

Bem acudido, em plena recuperação,

Tratado, revitalizado com bálsamo família,

Retorno à arena como um gladiador mobília

Do anfiteatro da vida, não cede e quer mais ação.

É o que alerta meu coração valente,

Para buscar sempre um novo objetivo,

Pois tornar-se “limo” nos é tão pejorativo,

Que a ânsia do recomeço me faz obediente.

FONTE: http://www.chupaosso.com.br

São Paulo, 19 de março de 2013.

Fernando Sousa.

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